Só fazemos melhor aquilo que repetidamente insistimos em melhorar. A
busca da excelência não deve ser um objetivo, e sim um hábito.
(Aristóteles, 384 a.c.).
Por que devemos praticar algo que já
fazemos há muitos anos? Há pilotos e pilotos. Motoristas e motoristas,
profissionais e profissionais. A diferença está no grau de excelência e
maestria com que cada um dese1mpenha a sua função.
Muitas tarefas
na vida só serão possíveis após muita prática. A dedicação e o esforço
ano após ano podem levar a excelência. Mas, não é qualquer tipo de
prática ou esforço que leva a perfeição. Em alguns casos, apenas fadiga
se tem como resultado do tanto esforço.
Pilotar com maestria exige treino, condicionamento, prática, conhecimento sobre si mesmo e sobre a maquina a ser dominada.
Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o
resultado de cem batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o
inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você
não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.
(Sun Tzu).
Assim como ler não significa estudar, pilotar uma moto
não significa praticar pilotagem. A prática que leva a perfeição, a
excelência e a maestria, é a Prática Deliberada. Uma prática consciente e
sistematizada.
Segundo ERICSSON (1993), a Prática Deliberada é
um conjunto de atividades e estratégias de estudo, cuidadosamente
planejadas, que têm como objetivo ajudar o indivíduo a superar suas
fragilidades e melhorar seu desempenho; a realização de tais atividades
requer esforço, não sendo, portanto, inerentemente prazerosa.
A base da prática
deliberada é a repetição objetivando alcançar níveis antes não
alcançados. Há sempre algo a ser melhorado. Alguns têm dificuldades com
as curvas, outros com a frenagem, manobras com garupa. Quem sabe ainda
alguma insegurança nas ultrapassagens em estrada de terra. Cada um deve
saber exatamente qual a sua maior deficiência.
A estrada apresenta muitos desafios. Há ainda os perigos devido aos efeitos da acomodação na pilotagem durante longas viagens. Se o estimulo é constante, o cérebro termina passando por um fase de acomodação, e, tais estímulos, deixam de ser percebidos conscientemente. Risco a vista! Em especial, se não houver treino e condicionamento para uma reação automática.
Tudo começa com um
plano de ação. Determina-se onde está e aonde se quer chegar. Um
princípio é quantificar e datar as metas e os objetivos.
Algumas dicas:
• Um instrutor habilitado irá ajudar bastante no processo de orientação.
• Foco nas etapas. Faz-se necessário um comparativo. Onde estava antes e onde estou agora?
• A relação entre esforço e recompensa nem sempre é imediata. Exige-se tempo.
• Desafios muitos fáceis são desestimulantes, mas muito difíceis, pode levar a desistência.
• Na prática deliberada existe sempre um desconforto devido ao conflito com a zona de conforto.
• Pontos fracos devem ser listados, para aí sim, começar a usar a técnica e transformar ponto fraco em ponto forte.
• Eleve sempre o grau de dificuldade assim que uma meta for alcançada.
• Comemore as conquistas.
• Um instrutor habilitado irá ajudar bastante no processo de orientação.
• Foco nas etapas. Faz-se necessário um comparativo. Onde estava antes e onde estou agora?
• A relação entre esforço e recompensa nem sempre é imediata. Exige-se tempo.
• Desafios muitos fáceis são desestimulantes, mas muito difíceis, pode levar a desistência.
• Na prática deliberada existe sempre um desconforto devido ao conflito com a zona de conforto.
• Pontos fracos devem ser listados, para aí sim, começar a usar a técnica e transformar ponto fraco em ponto forte.
• Eleve sempre o grau de dificuldade assim que uma meta for alcançada.
• Comemore as conquistas.
Após algum tempo de Prática Deliberada, esses processos serão
internalizados e automatizados, desta forma, o cérebro "abre espaço"
para novas habilidades a serem conquistadas.
By Prof. Waldez Pantoja

Nenhum comentário:
Postar um comentário