quarta-feira, 22 de maio de 2019

A paralisia do sono



Este é um fenômeno relativamente comum entre a população. Trata-se de um distúrbio do sono. A pessoa acorda, mas não consegue realizar nenhum movimento, embora esteja totalmente consciente. Chama-se Paralisia do Sono, o que pode ser algo aterrorizante para muitos.

O prof. Dr. Brian Sharpless e autor do livro "Sleep Paralysis", estudou o fenômeno nos EUA e relata que cerca de 8% da população em geral tem ou já experimentou o distúrbio.

O que acontece?

Quando dormimos o cérebro desliga as funções motoras principais, em especial dos membros, no entanto mantém os órgãos vitais em funcionamento. Caso contrário, morreriamos. Isso evita que no estágio de sono com sonhos, a pessoa execute os movimentos do sonho de maneira real. Esse "desligar" funciona de forma sincronizada, quando ocorre um atraso, a consciência é desperta, mas as funções motoras não, o que deixa a pessoa imóvel.

Em alguns casos ocorrem alucinações (Hipnagógicas ou Hipnopômpicas)
durante o fenômeno. As causas podem ser várias; medicação, uso de drogas, álcool, ansiedade, alimentação, estado depressivo, privação do sono e outros.

O distúrbio pode ocorrer no exato momento de acordar ou mesmo adormecer.

No geral, com o tempo o fenômeno desaparece. Não parece haver algum grande problema clínico com a paralisia do sono ou com as alucinações durante a Paralisia. Em casos de maior frequência, um médico especialista em sono deve ser consultado.

Waldez Pantoja

domingo, 17 de março de 2019

Dormir bem faz bem



Embora muitos tenham cuidado com a alimentação e também pratiquem exercícios físicos, pouca atenção é dada a qualidade do sono. Pouco adianta cuidar da alimentação, praticar exercícios físicos e não cuidar também do Sono.

Dormir bem é uma necessidade fisiológica sem a qual a saúde está sempre em risco.

A insônia, um dentre tantos distúrbios do sono, é a mais frequente. Essa dificuldade para adomercer é comum nos dias atuais. As consequências de noites mal dormidas são várias e quase todas graves.

Noites mal dormidas podem ocasionar problemas cardíacos, memória, concentração, alucinação, afeta o humor, afeta o aprendizado, depressão, hipertensão, obesidade, ansiedade, fadiga crônica e sérios problemas no sistema imunológico. A insonia diminui a qualidade de vida e leva a mortes prematuras.


Para quem está sofrendo com a insônia, a ideia é procurar um médico especializado em distúrbios do sono imediatamente. Ou ainda começar a fazer a Higiene do Sono. Alguns passos necessários:

- Para adultos, dormir entre 7 a 8 horas diariamente. Esse número não é uma regra. Crianças e adolescentes precisam de mais horas de sono.

- Evitar bebidas estimulantes 4 horas antes de dormir. Cafeína, refrigerantes e determinados chás.

- Evitar exercícios físicos próximo ao horário de dormir.

- Tomar sol pode resolver muitos problemas de insônia.

- Evitar o uso de equipamentos eletrônicos que emitem frequência de luz azul horas antes de dormir. Smart Phones podem afetar o sono quando usados próximos ao horário de dormir.

- Manter horários regulares para dormir e acordar.

- Evitaria luz artificial tipo abajur, televisão ligada, ruídos de fundo, temperatura muito alta ou muito baixa.

Dormir bem nao é perder tempo, é prolongar a vida e sua qualidade. Quem não dorme bem não vive bem. Qualidade de vida sempre.

Prof. Waldez Pantoja

domingo, 3 de fevereiro de 2019

A Neuroplasticidade Transpessoal



O que será que acontece no cérebro quando duas ou mais pessoas interagem?

O termo Neuroplasticidade Transpessoal, pode ser encontrado no mais recente livro publicado pela editora Atheneu. Há um capítulo sobre o assunto. Cérebros Interativos e a Neuroplasticidade Transpessoal. Trata-se de um livro escrito pelo renomado neurocientista Roberto Lent. O Cérebro Aprendiz. Neuroplasticidade e Educação.

O Cérebro é um órgão fantástico, pois tem a capacidade de modificar a si mesmo, moldar-se, ajustar-se. Adaptação, mudança, modificação, cérebros que sofrem influência mútua quando há interação entre dois ou mais seres pensantes. Difícil imaginarmos que esta seja uma situação real, mas é.

Segundo Lent (2019), a professora modifica o aluno, mas também o aluno modifica a professora. Em especial dentro de um contexto de ensino-aprendizagem.

Na interação social, mecanismos neuro plásticos são ativados, permitindo assim, que alterações tanto morfológicas quanto funcionais sejam estabelecidas. As chamadas competências socioemocionais que envolvem os agentes, tanto podem gerar informação quanto absorvê-las.

A rede de emoção compartilhada é dinâmica. A todo instante dentro de um um sistema de interação, estamos influenciando e/ou sendo influenciados. A decodificação do estado emocional do outro, também orienta nosso comportamento, diz Lent.

O observador modifica a coisa observada. Esse é um princípio da física quântica que vem sendo estudado e elucidado. O ato de observar uma partícula altera seu estado. Quando pessoas sabem que estão sendo observadas, elas buscam adequar seu comportamento. Mudança!

Gazzaniga (1985) diz que, toda gente tem influência em toda a gente.

A cada interação social nosso sistema de crença vai sendo alterado, fortalecido ou enfraquecido. Conceitos, preconceitos, crenças surgem e também são dissipadas. E,  naturalmente este é um processo neuro plástico a partir da Neuroplasticidade Transpessoal. Além do próprio ser.

Aquilo que parece ser uma unidade consciente individual é, antes, o produto de uma vasta quantidade de sistemas mentais separados e relativamente independentes que processam incessantemente a informação proveniente tanto do meio humano interno como do externo. A mente humana é uma entidade sociológica. GAZZANIGA (1985).

Conclusão

A vasta rede social a qual pertencemos, é um sistema interativo de influência mútua. Grande parte do tempo até inconsciente. Uma simples conversa descontraída, um olhar, um sorriso, podem alterar não apenas nosso próprio comportamento, mas o comportamento do outro também.


sábado, 2 de fevereiro de 2019

MOTIVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

Motivação e empreendedorismo caminham lado a lado. Difícil dissociar, isolar um do outro. Pode-se dizer que nenhum empreendedor irá alcançar grandes objetivos se não estiver motivado.

O termo motivação tem sua base no latim, (“movere”, mover). Tem a ver com o movimento em direção a um determinado objetivo, uma ação. Busca-se nessa ação uma recompensa. Um processo que envolve redes neurais complexas, elementos químicos, um estado mental positivo. A dopamina é um desses elementos químicos envolvidos na recompensa.

Motivação é um termo debatido desde eras remotas. Filósofos gregos criaram até uma palavra para a essa falta de força de vontade, chamada de AKRASIA (não ter comando sobre si mesmo). Talvez sem foco ou grandes objetivos.

Como se manter motivado?

Hamid e Joshua Berke, professores de psicologia e engenharia biomédica da Universidade de Michigan, argumentam que os níveis de dopamina sinalizam continuamente quão boa ou valiosa é a situação atual em relação à obtenção de uma recompensa. Concentrar-se na recompensa do seu empreendimento, os frutos que serão colhidos,  é uma técnica formidável que estimula os centros neurais envolvidos na motivação, dizem os pesquisadores.

Outro fator importante é aprender a adiar prazeres momentâneos e efêmeros em busca de algo maior e mais duradouro. Esse processo requer foco, disciplina e determinação, todos produtos da motivação. Assim fazem os alunos que tiram as melhores notas nos testes de seleção, por exemplo, o Enem. Troca-se um prazer momentâneo(as baladas noturnas), por algo muito maior e duradouro. Resultado positivo de muito esforço e dedicação. A recompensa.

A capacidade de retardar a satisfação momentânea e imediata em nome de benefícios futuros é uma habilidade cognitiva adquirível. Ou seja, pode ser treinada. Diz um dos maiores especialistas em motivação, Walter Mischel, também idealizador do famoso experimento chamado, o Teste do Marshmallow na década de 60 na Universidade Stanford. Crianças tinham que escolher ganhar um ou dois Marshmallows (guloseimas), bastando para isso, esperar alguns minutos até que o pesquisador retornasse à sala de teste. Para algumas crianças a satisfação momentânea os obrigava a comer quase que imediatamente um único doce. Mas, para outras, adiar a satisfação momentânea, rendia-lhes maior benefício. Dois deliciosos Marshmallows como gratificação pela espera.

Necessidades e Recompensa

Em outro experimento, os cães do fisiologista russo Ivan Pavlov, ouvindo a campainha antes da ração ser servida, eles salivavam, isso porque sabiam que uma recompensa estava a caminho. Motivação em curso. O centro dopaminérgico ativado no cérebro. Um processo de “Feed back”.

Quando um indivíduo satisfaz uma necessidade (recebe sua recompensa), logo surge outra, a eterna busca de realizações. Maslow traçou um perfil da hierarquia das necessidades humanas.

Como hierarquia das necessidades humanas, entende-se serem elas:

Fisiológicas - fome, sede, aquecimento, ar, sono.

Segurança - proteção e ausência de ameaças.

Pertencimento - aceitação e amizade.

Estima - as realizações, boa opinião sobre si mesmo, reputação.

Realização pessoal - Realizar sonhos e aspirações pessoais, viver em seu pleno potencial.

A recompensa pelo esforço próprio pode ser muito prazerosa, gerando tanto benefícios para a comunidade como enorme satisfação para o idealizador. Este é o caso aplicado aos empreendedores, que via de regra, podem gerar grandes benefícios à comunidade a partir de seus empreendimentos.

Maslow acreditava que a realização pessoal, esse estado que ocorre quando alguém realiza seus sonhos e aspirações, permite que a pessoa viva em plenitude, extraindo seu potencial máximo de realizações

Conclusão

Pode-se concluir que a motivação é o que nos faz levantar todos os dias em busca de alguma realização. Cabe aqui uma ressalva; “um desorientado motivado pode representar um grande risco, tanto para si mesmo quanto para os demais”. Exige-se preparo nesse processo motivacional dentro do empreendedorismo.

sábado, 19 de janeiro de 2019

A PRÁTICA DELIBERADA NA PILOTAGEM




Só fazemos melhor aquilo que repetidamente insistimos em melhorar. A busca da excelência não deve ser um objetivo, e sim um hábito. (Aristóteles, 384 a.c.).

Por que devemos praticar algo que já fazemos há muitos anos? Há pilotos e pilotos. Motoristas e motoristas, profissionais e profissionais. A diferença está no grau de excelência e maestria com que cada um dese1mpenha a sua função.

Muitas tarefas na vida só serão possíveis após muita prática. A dedicação e o esforço ano após ano podem levar a excelência. Mas, não é qualquer tipo de prática ou esforço que leva a perfeição. Em alguns casos, apenas fadiga se tem como resultado do tanto esforço.

Pilotar com maestria exige treino, condicionamento, prática, conhecimento sobre si mesmo e sobre a maquina a ser dominada.

Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas. (Sun Tzu).

Assim como ler não significa estudar, pilotar uma moto não significa praticar pilotagem. A prática que leva a perfeição, a excelência e a maestria, é a Prática Deliberada. Uma prática consciente e sistematizada.

Segundo ERICSSON (1993), a Prática Deliberada é um conjunto de atividades e estratégias de estudo, cuidadosamente planejadas, que têm como objetivo ajudar o indivíduo a superar suas fragilidades e melhorar seu desempenho; a realização de tais atividades requer esforço, não sendo, portanto, inerentemente prazerosa.

A base da prática deliberada é a repetição objetivando alcançar níveis antes não alcançados. Há sempre algo a ser melhorado. Alguns têm dificuldades com as curvas, outros com a frenagem, manobras com garupa. Quem sabe ainda alguma insegurança nas ultrapassagens em estrada de terra. Cada um deve saber exatamente qual a sua maior deficiência.

A estrada apresenta muitos desafios. Há ainda os perigos devido aos efeitos da acomodação na pilotagem durante longas viagens. Se o estimulo é constante, o cérebro termina passando por um fase de acomodação, e, tais estímulos, deixam de ser percebidos conscientemente. Risco a vista! Em especial, se não houver treino e condicionamento para uma reação automática.

Tudo começa com um plano de ação. Determina-se onde está e aonde se quer chegar. Um princípio é quantificar e datar as metas e os objetivos.

Algumas dicas:

• Um instrutor habilitado irá ajudar bastante no processo de orientação.
• Foco nas etapas. Faz-se necessário um comparativo. Onde estava antes e onde estou agora?
• A relação entre esforço e recompensa nem sempre é imediata. Exige-se tempo.
• Desafios muitos fáceis são desestimulantes, mas muito difíceis, pode levar a desistência.
• Na prática deliberada existe sempre um desconforto devido ao conflito com a zona de conforto.
• Pontos fracos devem ser listados, para aí sim, começar a usar a técnica e transformar ponto fraco em ponto forte.
• Eleve sempre o grau de dificuldade assim que uma meta for alcançada.
• Comemore as conquistas.

Após algum tempo de Prática Deliberada, esses processos serão internalizados e automatizados, desta forma, o cérebro "abre espaço" para novas habilidades a serem conquistadas.

By Prof. Waldez Pantoja

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Comunicação & Conflito

Pequenos ruídos, grandes conflitos.

Há muito tempo, quando nossos antepassados ainda viviam nas cavernas, um pequeno ruído poderia significar um grande perigo. Não estar atento, alerta, em estado máximo de atenção, fazia a diferença entre vida ou morte. O estado de alerta não era por acaso, pois o ruído também representava uma grande oportunidade de alimento e sobrevivência, a caça.

Na vida moderna os ruídos continuam sendo muito importantes. A buzina de um carro, o barulho de uma freada brusca, um grito de socorro, um alarme que soa, e outros. Mas não são apenas os ruídos do ambiente, há outros ruídos de igual modo também muito importantes, são os chamados, ruídos da comunicação.

O termo comunicar deriva da palavra latina "communicare", e significa tornar comum, partilhar, uma ideia, um pensamento ou uma informação.   

Para que haja comunicação entre pessoas, faz-se necessário um emissor, aquele que fala ou emite um sinal, e um receptor, aquele que ouve e decodifica (interpreta), o sinal emitido. Este sinal pode ser um som, um gesto, um código escrito, inclusive odores podem servir como sinais na comunicação. Ou seja, a comunicação pode ser verbal, ou não verbal.

Os ruídos da comunicação, ao contrário daqueles percebidos no ambiente, na verdade são grandes deflagradores de conflitos na vida hodierna. E eles ocorrem em nossa mente, em um âmbito restrito, onde só nós temos acesso. Quando nós, de forma pretensa, tentamos interpretar e traduzir a ideia, o posicionamento, o pensamento do outro, segundo nosso mapa interior, quando nós apressada e precipitadamente, atiramo-nos a tecer um julgamento nefasto e pueril sem que antes tenhamos nos esmerado em compreender e decodificar a mensagem emitida, o conflito surge.

As causas geradoras dos ruídos são diversas. A pressa, o próprio barulho ambiental, problemas auditivos, afasia (perturbação neurológica da fala), e até a decodificação errônea, quando eu, utilizando meu mapa interior, deixo de analisar o ponto de vista do outro na tentativa de impor, ao invés de expor minhas ideias.

Quando o emissor fala “João”, e o receptor decodifica “limão”, dizemos que ouve então um ruído da comunicação. Mas há ruídos mais profundos, quando nós ousamos interpretar o que o outro disse, sem que tenhamos nos certificado da mensagem real emitida, lançando mão de algumas expressões tais como: “ela quis dizer”, “foi isso que ela pensou”, “não disse com palavras, mas falou com o gesto”, “eu li exatamente o que ela quis dizer”, “nem precisou falar, eu entendi perfeitamente”, “ela disse que sim, mas estava mentindo”, o conflito gerado pode ser gigantesco.  

Uma vez gerado o conflito, o que fazer?
A base do conflito pessoal é a emoção. Todo conflito gerado envolve também uma emoção, ou ainda varias emoções. A raiva, o medo, tristeza, nojo, são algumas emoções negativas envolvidas nos conflitos.   

É no cérebro que as emoções são disparadas, e nosso senso de autopreservação nos coloca em estado de alerta. Ao pressentirmos a “ameaça” do outro, prontamente nos colocamos em posição de combate e enfrentamento. Os artifícios usados em busca de neutralizar a ameaça percebida, são muitos; gritos, berros, choro, agressão física, agressão verbal, luta e fuga também, entre outros.

Saber administrar os conflitos e as emoções é um passo importante, uma vez que nem sempre conseguimos evitá-los. Mas sem nos darmos conta das causas, o que gerou o conflito, ele tende a se perpetuar e, ainda mais, é potencializado, o que irá gerar ressentimento, provocando assim uma seria de perturbações tanto na parte física quanto mental.

Dificilmente conseguimos administrar nossos conflitos sem ajuda externa. Contar com alguém especializado, ajuda bastante. Um terapeuta, um psicólogo, um filosofo clinico, um amigo, e quem sabe, a depender da gravidade, um psiquiatra, pois este irá lançar mãos de fármacos que irão nos devolver o equilíbrio perdido. 

Há, no entanto, formas cooperativas de lidar com os conflitos pessoais e as emoções, o perdão é uma dessas formas, condição "sine qua non", ou seja, sem a qual, dificilmente teremos sucesso em nossa empreitada, mas fica para a próxima postagem.

Boa Sorte!
Prof. Waldez Pantoja


A Responsabilidade Social



“A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos.” (Barão de Montesquieu).

Discurso e prática devem caminhar juntos. Todo o conjunto de valores que nós mesmos propagamos, devemos também demonstrá-los na prática diária.

Alardear os erros alheios quando eu mesmo os cometo nas mesmas proporções, soa muito estranho. Falta responsabilidade social!

A construção de uma sociedade mais justa depende de pequenas ações positivas, que, somadas se tornam grandes.

Quando propagamos mentiras, falsidade, estamos também em falta com a nossa responsabilidade social. A nossa credibilidade é emprestada através de nossos atos. Pessoas que acreditam em nós, também acreditam em nossos atos, naquilo que divulgamos como verdade.

Ética e moral são fundamentos balizadores para uma sociedade mais justa. Difamar, caluniar, macular a honra de alguém, nos torna tão pequenos, que sequer enxergamos a nossa própria imagem.

Prof. Waldez Pantoja